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  • Doctor Crush


    Título original: Dakteoseu (Doctors)
    Título na América: Doctor Crush
    Lançamento: 2016
    País de origem: Coréia do Sul
    Diretor: Oh Choong-hwan
    Minha nota: 3,5/5


    Eu não ia falar sobre esse drama aqui no blog. Mas pensei um pouco mais e decidi falar. Eu vi ele paralelamente a outro "My Wife is Having an Affair this Week" que virou um dos meus favoritos. Mas Doctor Crush, infelizmente não entrou pra essa lista.

    Doctor Crush é uma novela (drama/série) sul-coreano de 2016 estrelado por Park Shin-Hye, Kim Rae-Won, Yoon Kyun-sang e Lee Sung-kyung. Foi ao ar às segundas e terças na SBS durante 20 de junho e 23 de agosto de 2016 com um total de 20 episódios.O drama foi um sucesso de audiência.

    Sinopse + o que eu achei      

    O drama começa mostrando a adolescência de Yoo Hye-Jung (Park Shin Hye), que era uma garota teimosa na escola e em casa, e tinha personalidade forte, além de ser conhecida como durona por saber várias técnicas de artes marciais.
    Abandonada na casa da avó pelo pai, Hye-Jung foi se fechando cada vez mais para as pessoas ao seu redor. Porém sua vida fica ainda mais bagunçada ao conhecer o professor Hong Ji-Hong (Kim Rae-Won), que apesar de ser formado em neurocirurgia, desistiu da carreira como médico depois de passar por uma perda no trabalho, e decidiu lecionar.
    Depois de conhecer duas amigas na escola, onde uma delas se torna sua inimiga mortal, e de Hye-Jung perder uma pessoa muito importante em sua vida, ela se transforma. 
    13 anos depois Hye-Jung e Ji-Hong se reencontram na mesma posição: ambos são neurocirurgiões e vão trabalhar no mesmo hospital.


    Existem vários outros personagens interessantes na história e a rotina hospitalar e até mesmo histórias paralelas de situações e pacientes ficam evidenciados durante o drama, e isso é bastante interessante, apesar de alguns paralelos em alguns momentos serem no meu ponto de vista, excessivos demais. São diversas cenas de cirurgias, cenas que poderiam ter sido um pouco reduzidas. Apesar de ser enriquecedor no quesito rotina hospitalar de certo ponto de vista, ficou um pouco repetitivo.


    A história de superação de Hye-Jung é muito inspiradora, a força e a determinação que ela teve para mostrar para todos que duvidavam dela, do que ela era capaz. No futuro ela reencontra essas pessoas, e as mesmas passam a tratá-la de forma de diferente, muitas vezes devido a sua nova posição. Mesmo sozinha, ela foi capaz de crescer profissionalmente sem precisar da ajuda de ninguém e conseguiu ser independente. Além disso, ela divide uma grande paixão pela área junto com Ji-Hong e vai passar por provações que jamais imaginou que faria.


    O par romântico é justamente o casal de protagonistas, e infelizmente não consegui sentir tanta química entre eles. Apesar dos atores serem ótimos, a história amorosa não foi tão envolvente assim, e o foco maior ficou para o hospital em si e os interesses próprios e mentiras que existe entre alguns membros superiores do hospital.
    Apesar dos diversos pontos baixos, é uma história que vale a pena ser acompanhada apesar de ser um pouco cansativa e repetitiva em alguns momentos.


    Muitas pessoas que assistem dramas asiáticos com frequência sempre reclamam da atuação da Park Shin-Hye, mas eu que já vi pelo menos quatro dramas com ela, gostei da atuação dela em todos e ela é uma das minhas atrizes coreanas favoritas. Ela amadureceu dos dramas mais antigos para os novos, e pelo menos dentre os dramas que vi, os dramas mais antigos, da época de Secret Garden, Boys Before Flowers, Personal Taste (favorito da minha vida) e até mesmo mais recentes como The Heirs e Pinocchio (os dois últimos também com Park Shin-Hye) tem algum "Q" a mais do que muitos dramas lançados ultimamente, que venho assistindo e me decepcionando um pouco.


  • Orange



    Título:
    Orange
    Lançamento (anime): 2015
    País de origem: Japão
    Autora: Ichigo Takano
    Minha nota: 4/5


    Orange é uma série de mangás escrito e desenhado por Ichigo Takano, sendo conhecido como um legítimo mangá shoujo. Foi publicado no Japão inicialmente pela revista Bessatsu Margaret da Shueisha em 2012, e teve muito sucesso mas acabou entrando em hiato devido a problemas de saúde da autora, sendo retomado em 2014 pela Monthly Action da editora Futabasha. No Brasil foi publicado pela editora JBC em 5 volumes em 2015. A adaptação em anime foi realizada por Mitsujiro Hashimoto e foi lançado no Japão em dezembro de 2015. Também existe uma live action de 2016 baseada na história.


    Sinopse e o que eu achei       

    ps: Nada do que citei abaixo é considerado spoiler, fique tranquilo.

    Apesar do tremendo sucesso que essa série já fazia, eu confesso que só fui conhecer quando a editora JBC anunciou o lançamento do mangá aqui no Brasil. São tantas coisas bacanas que são lançadas em mangá ou anime no Japão que é difícil acompanhar mas quando uma editora brasileira se interessa pelo mesmo, acaba ficando muito mais atrativo para mim e mais acessível também.
    Eu li os mangás no lançamento, porém somente até o volume 4. Sim. Simplesmente não comprei o 5 até hoje e não sabia como a história terminava. Finalmente vim a descobrir agora que assisti aos 13 episódios do anime que está sensacional. Tanto os desenhos quanto as cenas totalmente fieis ao mangá.


    Na história vamos conhecer um grupo de cinco amigos colegiais japoneses, Takamiya Naho, Suwa Hiroto, Chino Takako, Hagita Saku e Murasaka Azusa. No primeiro dia de aula, Naho recebe uma carta. Uma carta de si mesma 10 anos no futuro. Nessa carta ela descobre que seu eu do futuro tem fortes arrependimentos. E através da carta ela recebe diversas instruções de como tentar consertar isso. No primeiro dia de aula, um novo aluno entra na classe: Naruse Kakeru, e o grupo de cinco se torna um grupo de seis. Na carta, Naho é instruída a evitar que ele seja convidado a sair com eles depois da aula. Mas ainda sem acreditar muito, ela não faz nada para evitar que ele vá. Porém se ele não tivesse saído nesse dia, uma tragédia poderia ter sido evitada: a morte de sua mãe.


    Esse é o plot principal da história e tudo o que acontece depois é decorrente disso. Um triângulo amoroso começa a surgir entre Naho, Kakeru e Suwa. Mas devido a carta muita coisa será mudada.


    A história é extremamente melancólica. O Kakeru está passando pelo momento mais difícil da vida dele, um momento cheio de culpa e por mais que ele tente ser feliz e sorrir, ele não consegue. A culpa o acompanha a todo momento. Os amigos fazem o possível e o impossível para salvá-lo de uma tragédia que fará com que dez anos a frente quando o grupo de amigos se reúne para desenterrar "cápsulas do tempo" que eles haviam enterrado, Kakeru está ausente. Nesse futuro, Kakeru não existe mais e a intenção das cartas é mudar isso.
    Mas será que eles vão conseguir mudar o passado?
    Tem momentos em que o Kakeru surta com pessoas que não tem culpa. Mas ele é apenas um adolescente, não sabe como agir, não consegue controlar os sentimentos. É fácil ver o quanto ele sofre. Então essa parte apesar de deixar o telespectador pensativo, talvez seja justificável.
    Uma coisa que senti falta foi de um beijo. Infelizmente não houve cena de beijo entre os personagens apesar do clima romântico que permeia a história.

    Uma coisa que achei bastante interessante, e que quero comentar é um momento em que os amigos do futuro citam o Triângulo das Bermudas. Esse lugar fica situado no Oceano Atlântico, entre as ilhas Bermudas, Porto Rico, Fort Lauderdale, Bahamas e Flórida. Essa região é extremamente conhecida no mundo todo devido a diversos casos de desaparecimentos de aviões, navios e barcos e muitas pessoas acreditam em fatos sobrenaturais envolvendo o local. Inclusive a existência de um buraco negro que levaria ao futuro ou ao passado.

    É uma bela história. Uma história onde conhecemos amigos verdadeiros. E que são capazes de passar por cima de seus próprios sentimentos para salvar o outro. É realmente muito bonito e vale a pena ser assistido. Se possível, leiam o mangá também. É uma história primorosa!

  • Resenha: Louca por Você - A. C. Meyer

    Classificação: 1,5/5 estrelas 
    Título: Louca por Você
    Editora: Universo dos livros
    Autor: A. C. Meyer
    Nº de páginas: 208
    Lançamento: 2014


























    Sinopse e minha opinião    


    Julie é uma mulher de 28 anos de idade, que tem dois grandes sonhos na vida, um deles é de ser cantora. 
    Porém ela não pode levar seu sonho adiante porque seu irmão "postiço" Daniel a impede de correr atrás disso. Ele acha que se ela cantar, os caras vão "cair matando encima dela" e ele tem que proteger a irmãzinha a qualquer custo (mesmo ela tendo 28 anos de idade). E ela não reage. Ela simplesmente aceita a exigência dele e trabalha como garçonete no bar, enquanto ele toca a vida expandindo os negócios.

    Daniel, 31 anos, é dono de um bar chamado "After Dark" e depois de uma série de eventos (nada convincentes diga-se de passagem) onde Daniel está fora a negócios e o vocalista sai subitamente da banda que toca no bar, Julie canta junto com a banda e todos ficam impressionados com seu talento no palco. O vídeo da apresentação vai parar nas redes sociais e Daniel vê, porém não reconhece a moça. Sim, ele não a reconhece! Ele está acostumado a ver Julie com roupas pouco atrativas e cabelos presos. Mas graças aos amigos (ricos) o best friend gay George e a amiga (apagada) Jo, ela se transforma em uma girl-power.

    A história principal do livro gira em torno da obsessão de Julie em conquistar Daniel. Esse é o outro (e maior) sonho dela. Ela quer a todo custo que ele a veja como uma mulher e não como uma menininha. Seu amigo George faz o favor de JOGAR FORA todos os pijamas de desenho animado que ela costumava usar e faz uma reforma no guarda-roupa dela, comprando inclusive camisolas sexy. UAU.

    Esse livro tem tantos problemas... tantas coisas erradas que me incomodaram. O romance dos personagens... não tem química. As ações do casal não condiz com a idade deles. Eu não consegui acreditar na idade deles. Eles parecem ter 15 anos!
    Julie não pensa em si mesma, tem baixa auto-estima, é super insegura. 

    Vou citar outra situação que me foi surreal. Um dos parceiros de banda, o Alan, estava meio interessado em Julie. Ele e Daniel tem uma briga, porque Daniel tem ciumes. Então, Julie e os amigos tem a brilhante ideia de fingir um namoro entre Julie e Alan. Desnecessário. Estava na cara que Daniel também gostava dela e não precisava de uma cena para lhe fazer ciúmes. Ele que se mexesse e acordasse pra vida percebendo o que sente por ela! Mas não, o bonitão esperou mais de 30 anos, e somente quando Julie arruma um namorado (que aliás o livro terminou sem ele saber que era uma farsa) é que ele se habilita a chamá-la pra sair e beijá-la (sabendo que ela namora). Além disso, em uma situação convincente, Alan não aceitaria porque tem rixa com Daniel.

    Daniel realmente não sabe o que quer. Ele é imaturo. Na mente dele, ele tem 19 anos e está curtindo a vida adoidado. Pra quê relacionamento sério com uma mulher que passou a vida inteira apaixonada por ele? E que ele só teve a audácia de se aproximar quando ela renova o visual? quer dizer, enquanto ela se vestia com pijama de desenho animado pra dormir, ele não tinha motivação para se sentir atraído por ela. Isso é amor? Não me parece...
    Eu não quero detonar o livro de maneira nenhuma. Reconheço seu valor como qualquer outro romance e tem alguns pontos positivos. Tem cenas bem bonitinhas e românticas que até eu gostei. A história deve agradar muita gente. Mas não a mim.
    É um livro mediano em todos os aspectos possíveis. E acho que só pode ser considerado "new adult" devido as cenas eróticas e a idade dos personagens, caso contrário se encaixaria melhor na categoria infanto-juvenil.
    Vale a pena pra quem procura uma leitura leve e rápida.
  • The Secret Message

    Feliz ano novo!
    Espero que esse ano seja repleto de conquistas para todos vocês.
    E espero que continuem visitando o blog ;)

    Hoje irei falar sobre o k-drama "Secret Message" estrelado por Choi Seung Hyun aka T.O.P (do Big Bang) como Woo Hyun e Ueno Juri como Haruka.  Eu confesso, sim confesso que assisti pelo TOP, porque amo o Big bang e ele é meu favorito. Mas me surpreendi demais com a atuação dele. Foi a primeira atuação dele que vi e já correrei atrás das demais. Ele manda bem demais!



    Rede: Naver TV Elenco, DTV, LINHA
    Gênero: Romance, Web drama
    Episódios: 18 (curtos)
    Idioma: coreano/japonês
    País: Coréia do Sul
    No ar: 2 de novembro de 2015

    Elenco
    Choi Seung Hyun (T.O.P) ... Woo Hyun
    Juri Ueno ... Haruka
    Yoo In Na ... Amy
    Lee Jae Yoon ... Lee Jae Soo
    Shin Won Ho ... Choi Gang
    Kim Hyun Gang ... Sung Joon
    Jung Yoo Mi ... Ji Soo
    Ko Su Hee ... Fisionomista
    Saki Fukuda ... Mariko
    Keisuke Koide
    Kento Kaku


    Minhas opiniões sem spoilers

    Meu coração ficou em milhões de pedacinhos. O drama é um "short drama ou short serie". Quer dizer que é uma história curta. Com 18 episódios, todos com parte 1 e 2 e com cerca de 10 a 15 min. cada.



    Woo Hyun e Haruka carregam cicatrizes de seu primeiro amor e um acaso do destino os farão encontrar sentimentos um no outro mesmo estando distantes. 
    Woo Hyun é coreano e Haruka japonesa. Mesmo falando línguas diferentes, isso não impede que os dois troquem mensagens e momentos através do celular.
    O drama mostra o quanto a comunicação através do celular hoje em dia é importante. Se não fosse pelo celular os dois não teriam se conhecido, e sem ele muita coisa pode ser atrapalhada.

    Existem histórias curtas paralelas a toda a trama envolvendo os protagonistas. Yoo In Na como Amy é uma amiga de Haruka que se conhecem pessoalmente no primeiro episódio e tem aulas juntas de fisionomia junto com outros personagens super fofos e engraçados. E Kim Hyun Gang como Sung Joon que é o amigo SUPER ENGRAÇADO de Woo Hyun.

    Woo Hyun faz entrevistas com pessoas onde as mesmas contam a história de seu primeiro amor. Ele também ama fotografia e música.

    O final desse drama pode ter duas interpretações. Mas me bateu um frio no coração por imaginar algumas coisas... bom, vocês entenderão quando assistirem.

    Essa é uma ótima opção para quem não tem muito tempo, pois é uma história super fofa, engraçada e delicada, que passa mensagem muito bonita e real, com poucos episódios. Com certeza entrou para meu top de dramas favoritos da vida. Tem uma história simples e marcante, a cultura japonesa e coreana de ambos os lados, deixando a história diferente. Recomendo muito, muito!
  • Review: Final da 2ª temporada de Penny Dreadful


    Fiz uma maratona da série no último final de semana e hoje vou comentar um pouco sobre o final da 2ª temporada de Penny Dreadful!

    Penny Dreaful é um série de fantasia dark produzida pelo canal Showtime nos EUA e lançado no Brasil pela HBO. 
    Criada por John Logan e produzida por Logan e Sam Mendes, a série se passa em uma Londres vitoriana cruel onde vários personagens literários se encontram, como o Dr. Frankentein, Van Helsing (que infelizmente tem uma participação curta na história) Dorian Gray e criaturas sobrenaturais como lobisomens e vampiros.

    O título tem ligação com os Penny Dreadfuls, publicações de terror e ficção que eram vendidas na Inglaterra do século XIX, por serem histórias que eram vendidas a um centavo, o apelido era "centavos do terror".
    A série estreou em maio de 2014 no Showtime. No Brasil, começou a ser transmitida em junho pela HBO.

    O que achei?                      

    Quando comecei a assistir a série, confesso que não achava que iria ser tudo isso. Claro que o enredo em si tinha vários pontos altos. Mas foi depois da "primeira" criação do Dr. Frankestein foi que percebi que a genialidade da série.

    Penny Dreadful é uma série com conteúdo absolutamente adulto, cheio de morte, sangue e sexo. 

    Um dos pontos centrais da história é em relação a Vanessa Ives (Eva Green) uma mulher extremamente forte, que tem dons sobrenaturais. Onde alguém ou alguma coisa está alucinadamente atrás dela: o próprio diabo. 
    Isso gera conflitos e situações macabras com todos ao seu redor. Mas cada um dos personagens tem seus próprios "demônios". Todos eles tem uma história de culpa, ou de arrependimento ou de dor. 

    Ela mora junto com o aristocrata e explorador inglês Sir Malcolm Murray (Josh Hartnett) e o mordomo e amigo de longa data de Murray, Sembene (Danny Sapani). Eles tem um propósito principal em suas vidas: encontrar a filha desaparecida de Sir Malcolm, Mina. 

    No início da primeira temporada, Vanessa encontra Ethan Chandler, um pistoleiro aparentemente experiente, para ajudar na buscar por Mina. Ele acaba se envolvendo totalmente na história. Posteriormente, Dr. Victor Frankentein (Harry Treadaway) também é solicitado por Sir Murray, e eles formam uma "equipe" de buscas.

    Um personagem que parece ter um envolvimento indireto em vários aspectos da história é o doentio Dorian Gray (Reeve Carney) que protagoniza várias cenas de sexo com vários personagens. Além da conhecida imortalidade, Dorian é sádico e parece querer descobrir prazeres em várias formas de vida, de todas as formas possíveis seja com homens ou mulheres.

    Sobre o final da 2ª temporada

    Triste.
    Acho que não tem palavra para melhor descrever. É muita dor e sofrimento. A série é o tempo todo rodeada por uma onda imensa de melancolia. A dor dos personagens é papável. A culpa. A solidão.
    Assombrados por passados e criaturas que os atormenta. 

    Vanessa passou a 1ª temporada inteira lutando contra um demônio que tentava possui-la. Na 2ª temporada, o cenário é dominado por bruxas que estão dispostas a tudo para ter a juventude e vida eternas. Elas não medirão esforços para isso. E o foco é Vanessa. O diabo a quer. E vai atrair pessoas para que façam um caminho para ele. Um caminho até Vanessa. 

    Dr. Frankestein além de ser um homem solitário e triste, após criar um homem e depois uma mulher, os monstros tentam domina-lo. E não dá para imaginar o ódio que eu senti da "Lily Frankestein" (antes Brona/ interpretada por Billie Piper). Ela se alia a Dorian e confronta seu criador, dizendo que pretende "dominar o mundo". 

    As cenas onde Sir Murray e Dr Frankestein enfrentam suas maiores angustias, em um quarto da casa das bruxas é sensacional. Seus medos se tornam seu mundo, possuem suas visões tentando convencê-los a se matarem. 
    Apesar de Frankestein estar se matando realmente aos poucos, já que está viciado em calmantes. Ele se apaixonou por Lily. Uma morta-viva. Um ser que agora é eterno. Criado por ele mesmo. E que se transformou em uma mulher sanguinária abruptamente. 
    Quando Frankestein vai procurar Lily na casa de Dorian e dá um tiro no peito de ambos, os dois continuam como se nada tivesse acontecido... aquilo partiu o meu coração. O olhar do doutor, a tristeza dele. Não por não ter conseguido ser protagonista de um homicídio duplamente qualificado, mas por perceber o que ele mesmo criou.

    Outra revelação é a transformação de Ethan em lobisomen. Ele entra em um torpor e violência desenfreados quando se transforma. Mas a única pessoa que ele foi incapaz de atacar foi Vanessa, que está claro que ambos se apaixonaram. (Apesar de ambos já terem estado nos braços de Dorian Gray, mas isso não vem ao caso já que o sentimento deles é puro, ao contrário do sentimento em relação a Dorian somente carnal).

    Enfim, a série como um todo foi sensacional. O final foi cruel. Cruel para os personagens e para os telespectadores. Aquela cena onde a Vanessa passa por vários cômodos da casa vazia apagando as luzes...  Não sei porque me lembrou uma coisa nada a ver...  O último episódio de "um maluco no pedaço"!  Triste!  
    É uma série que nos faz refletir. Nos faz pensar sobre a vida e a morte. Em nossos pecados. No céu e no inferno. Na salvação. No bem ou no mal. No fim dos tempos, no apocalipse. Em quê nós acreditamos?

    A 3ª temporada em previsão para 2016.
  • Tokyo Ghoul: O que eu achei?


    Atenção esse texto contém spoilers da primeira temporada do anime. Se você é spoilerfóbico, não leia.

    Hoje vou comentar sobre o anime "Tokyo Ghoul" de Sui Ishida. Tokyo Ghoul é um seinen sob a marca Shueisha 's seinen mangá e revista Weekly Young Jump, e foi feita em quatorze volumes no Japão de 2011 até 2014. A primeira temporada (que foi a única que assisti até o momento) tem 12 episódios e foi adaptado pelo estúdio Pierrot indo ao ar em 2014. A segunda temporada também já foi concluída esse ano (2015) com 12 episódios.

    O anime fala sobre um garoto bobo e inocente chamado Ken Kaneki que durante um encontro com uma bela garota chamada Rize Kamishiro acaba enganado e atacado por ela descobrindo que ela é uma das criaturas denominadas "ghoul". 
    Os ghouls são seres com aparência humana que sobrevivem se alimentando de carne humana (nesse caso eles deveriam se alimentar de si mesmos... não que isso não tenha acontecido no anime). Toda a população tem ciência da existência desses seres e sabem que vivem em meio a eles, porém muitas das vezes não é possível diferencia-los de humanos comuns a não ser que o mesmo se transforme. 
    Os ghouls quando devoram humanos geralmente podem passar por uma transformação que os deixa mais fortes e com aparência de monstros. Também são conhecidos por ter olhos vermelho e preto.

    Depois que Kaneki é atacado pela monstrenga, ele é levado a uma clínica junto com a garota que aparentemente está morta. Para salvar a vida de Kaneki os médicos implantam o rim da garota, transformando assim Kaneki em meio-humano e meio ghoul. 
    Eu já achei esse início formidável no sentido de... ele se transformou em meio ghoul por causa de um transplante de órgão? Outra coisa que me incomodou (além da inocência absurda do protagonista) é claro que poxa, eu poderia pensar é só um anime não precisa ter tanta coerência. Mas não ter nenhuma é um pouco demais. Primeiro que transplante de órgão é ainda uma coisa delicada. É preciso achar um cara completamente compatível com o seu corpo. Se não o seu sistema pode identificar aquele órgão como um corpo estranho e rejeita-lo. Enfim, sem mais comentários sobre isso.

    Depois ele conhece outros ghouls, e passa por diversas experiências. Existem vários grupos de ghouls e a sociedade deles próprios tem uma divisão. Também existe uma grande equipe de detetives (CCG) que vivem para tentar aniquilar essas criaturas. 

    Kaneki agora trabalha como garçom em uma lanchonete onde o gerente Yoshimura é um ghoul e o ajuda a passar por aquele momento. O nome da sociedade do gerente é "Anteiku".

    Avançando um pouco na história, tem um momento no anime em que uma criança ghoul (eu acho que crianças deveriam ser poupadas disso mas enfim) que perde os pais alvo dos investigadores da CCG simplesmente mata o investigador. Uma criança, que come carne humana e que ainda mata (ai você me pergunta, "mas se os ghouls comem carne humana consequentemente eles vão matar", porém a sociedade Anteiku geralmente não ataca pessoas e sim se alimentam daqueles que morreram por outros motivos), sendo incentivada por sua boa amiga Touka Kirishima (por sinal também amiga de Kaneki) que aliás é uma personagem terrível. Banca a durona mas no fim acaba sendo uma criatura extremamente chata. 

    Não posso deixar de comentar é claro do momento em que Kaneki é sequestrado por um grupo de ghouls denominados de "A árvore Aogiri" e acaba nas mãos de um ghoul sádico e maluco que o mantem preso e torturado das piores formas possíveis causando dor física e psicológica no protagonista. A partir disso ele se transforma em um outro Kaneki. 
    Achei que não há motivo claro para o Kaneki se transformar em um super power ghoul frio e calculista, porque passou por um momento de tortura sem sentido. Tudo é muito vazio, os pontos não ligam a história é rasa demais.

    Eu achei o anime bruto, selvagem, com poucas mensagens frutíferas para a humanidade. Cheio de cenas nojentas, enredo fraco, história pouco convincente.

    Ei! Parece que eu detonei o anime. Mas eu não vou falar aqui que não recomendo que você veja. Opinião é uma coisa muito distinta. Eu apenas expressei minha opinião da melhor forma possível e da mais sincera. Mas isso não quer dizer que eu não vá ver a segunda temporada quem sabe! Talvez a impressão terrível que eu tive acerca da história mude.
  • Review: Final da 1ª Temporada de Beauty & the Beast


    Beauty & the Beast (A bela e a fera) é uma série americana  vagamente inspirada na série da CBS de 1987 de mesmo nome. A série estreou no dia 11 de outubro de 2012 nos EUA. No Brasil foi ao ar em 12 de novembro de 2012, no canal Universal Channel.
    A segunda temporada estreou dia 07 de outubro de 2013 também no canal americano The CW (o mesmo de Vampire Diaries e The Originals). 

    Beauty & the Beast entrou em hiato em 17 de março de 2014, mas retornará dia 02 de Junho para o que está sendo informalmente chamada de "temporada de verão", no entanto trata-se apenas da exibição dos episódios remanescentes da segunda temporada. No dia 08 de março de 2014 o The CW anunciou a renovação da série para uma terceira temporada. 

    Sinopse      

    Catherine Chandler (Kristin Kreuk) é uma estudante de direito e após testemunhar sua mãe ser baleada, na mesma noite ela é salva dos assassinos da mãe por uma suposta "fera". Nove anos mais tarde, Catherine é uma detetive, e um caso a leva a descobrir que Vincent Keller (Jay Ryan), um ex-médico dado como morto durante o serviço militar, está na verdade vivo e vive as escondidas ao lado do amigo e químico JT Forbes (Austin Basis) que aliás é um personagem que adoro, um nerd sarcástico e engraçado, sem ele a série não seria a mesma (rs). 

    Depois de muitas reviravoltas começa a surgir um sentimento muito intenso entre Cat e Vincent, e ela descobre também uma forte ligação que ele teve com a mãe dela, que trabalhava em um misterioso centro de pesquisa ultra secreto, responsável por tentar criar super soldados, chamada de "Muirfield". 
    Vincent tem seu DNA alterado, e quando está nervoso se transforma em uma fera, com força sobre-humana. Mesmo assim, Catherine não consegue deixar o sentimento por ele de lado. E ele também não. 

    Terminei de ver a 1ª Temporada hoje e já pretendo começar a ver a 2ª. A série é viciante! História muito original, atores ótimos! O romance entre Cat e Vincente é lindo. A série já está entre minhas favoritas com certeza. Havia ocorrido boatos de que a série seria cancelada. Felizmente os fãs a salvaram e foi confirmada a 3ª temporada, mesmo antes do fim da segunda já assim como a primeira terá 22 episódios. 
    Fico realmente muito feliz, e recomendo demais essa série. Vale muito a pena, é incrível.
  • Review: Final da 1ª Temporada de The Originals



    Devo começar esse texto ressaltando que farei um breve review dos momentos finais da série, e vou dar minha opinião também, o texto contém spoilers.

    Todos devem saber que "The Originals" nasceu a partir do personagem Niklaus Mikaelson (Joseph Morgan), que originalmente foi criado dentro do universo de "The Vampire Diaries" escrito por L. J. Smith. A série é produzida pela CW. 

    A primeira aparição de Klaus em The Vampire Diaries foi como o principal vilão no final da segunda temporada. A partir daí percebemos o quão diabólico ele pode ser. Tirou a vida de muita gente. Mas ainda assim, tem uma história de vida triste. O "pai" se é que pode ser chamado assim, já que não é seu pai verdadeiro, o feriu completamente durante sua infância e ele cresceu com essa ferida.

    A relação de Marcellus (Charles Michael Davis) e Klaus é chamativa, Klaus o considera um filho e o salvou no passado, ensinou-lhe tudo, ou quase, que ele traz em sua vida hoje. Achei isso bem interessante.

    Mas voltando ao tema desse post, vamos falar sobre o final da série. 
    Depois que Klaus descobre que vai ser pai de uma criança híbrida, uma grande batalha se inicia. As bruxas do Quarter têm a ordem de sacrificar a criança assim que ela nascer. E a ordem vem de ninguém menos que Esther, a primeira bruxa da história, e mãe dos originais Mikaelsons. 

    Após incontáveis reviravoltas e traições, todos os vampiros aliados ao Marcel morrem. E quem completa o serviço dos lobos traidores é o pai dos Mikaelson, o Mikael (Sebastian Roché), que foi voltou do outro lado (percebi essa conexão com The Vampire Diaries, onde sabemos que o outro lado estava entrando em colapso, e Klaus chega a citar que ligou para Bonnie Bennet para saber o que estava acontecendo, pois Mikael estava invadindo os sonhos dele e do irmão Elijah (Daniel Gillies)) e a bruxa Davina (Danielle Campbell) o traz de volta, pois ele promete acabar com a vida de Klaus. Mas o que ele não esperava é que ela o trouxesse de volta, porém totalmente dentro do controle dela.

    Gente, são tantas coisas que é difícil explicar... Muita coisa durante a série foi bastante cansativa. A "loba" Hayley (Phoebe Tonkin) é morta durante o parto, mas revive por ter sangue da filha híbrida dentro dela. E para completar a transição ela teria que beber do sangue da própria filha recém-nascida. Eu realmente achei que seria o fim da Hayley... mas não! Ela faz um "furinho" no dedo da filha e bebe o sangue. Achei isso completamente equivocado!
    Davina fez um feitiço para salvar o amigo Josh, Marcel e outros vampiros que haviam sido mordidos pelo lobos (exceto Josh e Marcel que haviam sido mordidos por Klaus), que com o poder do anel feito pela bruxa Genevieve, a mordida deles tornaram-se fatais para os vampiros, colhendo todo o sangue que Klaus derramou durante uma briga com Marcel. Dá quase meio copo. E Marcel diz para Davina que aquele sangue é suficiente só para um vampiro. E ele entrega para Josh. Ok, então porque Hayley bebe apenas algumas gotas de sangue do dedo da filha e pra ela é suficiente? Ficou mais incoerente ainda...

    Apesar do Klaus ser de fato ser um verdadeiro vilão, conseguimos perceber que dentro dele ainda existe amor. Um amor as vezes encoberto por tanto orgulho e feridas passadas, mas ainda está lá. 
    O final foi bacana. A volta de Esther no corpo da última bruxa da Colheita e Kol, um dos filhos originais, no corpo de outra pessoa.

    Ficou brecha pra muita coisa para a próxima temporada. Não é à toa que quem está por trás da série é Julie Plec, produtora e roteirista também de The Vampire Diaries.
  • O final de Breaking Bad


    Primeiramente, para quem ainda não viu, vejam essa matéria super bacana sobre a série.

    O final oficial da série, foi ao ar no dia 29 de setembro do ano passado (2013). Uma das mais aclamadas, mais criticadas e assistidas da TV fechada da história trouxe um final inexplicável. Recentemente, Breaking Bad venceu o PGA Awards 2014 (saiba mais clicando aqui) e 2 categorias no Screen Actors Guild Awards "SAG" 2014 (saiba mais clicando aqui).


    Eu nem precisava falar, mas, se você ainda não viu o último episódio... espero por você mais tarde!

    O que eu achei

    Desde que comecei a assistir essa série, a história realmente me envolveu. 
    Mesmo sabendo do tema pesado ao qual a série tratava, das inúmeras cenas perturbadoras... a realidade de tudo aquilo era algo que realmente afetava. Cada momento de clímax angustia o telespectador. E são tantos! Aqui no mundo dos "normais" não imaginamos as coisas que podem acontecer lá fora. Não estou falando de um super químico, estilo Walter White que "cozinha" Metanfetamina quase 100% pura. E também não poderíamos imaginar o "money" tão alto que os envolvidos recebem. 

    No início da série, temos diante de nós Walter White (Bryan Cranston). Um simples professor de química que dá aulas em uma escola. Ele sente-se muito afetado com o fato de que seu amigo de faculdade de anos atrás, Elliot Schwartz hoje é muito bem sucedido, junto com sua esposa Gretchen. São donos de uma grande empresa multi-milionária. Ele ajudou a iniciar a história da empresa. E acabou não continuando na empresa, para assim ser tão bem sucedido quanto os colegas.
    Ok, talvez eu tenha enrolado um pouco ai.
    Quando ele reencontra seu antigo aluno, Jesse Pinkman (Aaron Paul) tudo muda. Walter agora fabrica Metanfetamina e vende junto com o novo parceiro de "negócios".

    Um mundo de coisas acontece a partir de então. Saul Goodman, Tuco Salamanca, Gustavo "Gus" Fring, Mike Ehrmantraut, Lydia Rodarte-Quayle, Jack Welker. Por hora sócios, por hora parceiros. Alguns depois passam a ser seus piores inimigos. Exceto Saul, que no fim, acabou optando por deixar para trás a carreira de advogado.

    Walter acha que está fazendo tudo aquilo por sua família. Ele descobre que tem câncer. Imagina ter pouco tempo de vida. Não quer deixar sua família com dívidas, com condições ruins de vida. Tudo isso é pelo amor que tem pela família. Pela busca pelo bem estar de seus filhos e esposa.
    Mas seus passos acabam ficando desenfreados. As coisas saem dos eixos, e na mente dele não há nada a fazer além de passar por cima daqueles que tornaram sua vida - ou de sua família - um risco.

    No início eu até gostava do Walter. Sabemos que o que ele fazia não era legal, mas ele tinha argumentos para aquilo certo? Mas depois de descobrir que ele envenenou Brock, que podia ter salvo a primeira namorada de Jesse (eu achei que ele não pudesse fazer nada, mas depois ele fala para Jesse que poderia ter impedido), matar o Mike! Gente eu fiquei indignada quando ele matou o Mike. Ele era o cara! Ninguém conseguia pegá-lo, mentir para ele. Ele sempre estava um passo a frente de todos. 
    Walter encorpora um verdadeiro "Heisenberg" e se transforma em um matador psicopata, sem escrúpulos, sem conseguir definir o correto, mas sempre pensando grande. Sempre planejando, calculando seus atos meticulosamente. Mesmo quando sua mente já está cheia. Mesmo quando ele está transtornado.
    É isso que vemos no último episódio. Ele é procurado pela polícia pelo país inteiro. Sua foto esta em todos os noticiários. Sua família não esta nas melhores. Seus 8 milhões de "trabalho duro" foi roubado por um bando de criminosos, que por um momento ele achou serem parceiros, deixando para ele apenas 1 milhão. Além de terem assassinado, os agentes Hank Schrader (Dean Norris) e seu parceiro a sangue frio. Hank tinha se tornado o "boss" do DEA (ou Anarcóticos) e o caso ao qual ele vinha trabalhando a mais de um ano (ou quase isso) era o caso Heisenberg, sem imaginar que o mesmo era nada menos que seu próprio cunhado. Hank teve uma participação formidável na série.
    E para piorar tudo isso: sua família o despreza. Sua esposa tentou matá-lo a facadas em algum episódio anterior. Seu filho, chamou a polícia para o próprio pai. Até a pequena filha de apenas alguns meses, sente falta da mãe quando ele a "sequestra". Mas ele ainda quer completar seu objetivo: eliminar todos os traidores, e entregar o dinheiro que lhe restou para seu filho. E é isso que ele faz. Ele arruma um jeito de fazer com que o filho futuramente receba o dinheiro, sem saber que na verdade era do pai.

    Jesse Pinkman. Não consigo saber quantas vezes senti vontade de chorar por causa dele. A história dele. Ele sofreu demais durante a série. Sofreu demais. Viu pessoas que amava serem mortas, pessoas inocentes. Não conseguiu largar o mundo das drogas, nem do crime e por isso, foi abandonado pela própria família. Ele era completamente sozinho, se não fosse a companhia de seus amigos viciados. E ele próprio achava que não poderia construir uma vida descente sozinho. Que sem o tráfico, ele não conseguiria seguir em frente.
    E o relacionamento entre Sr. White e Jesse era algo que me chamava muito a atenção. Eles se desentenderam, brigaram, mas cuidavam um do outro, parecia algo com um pai e um filho, ou dois grandes amigos. Achei lindo quando Jesse deu o relógio de aniversário para Walter >.< Pena que posteriormente a única coisa que Jesse pôde sentir pelo Sr. White foi ódio.
    Eu não sei explicar bem meus sentimentos em relação ao Jesse. O final que ele teve... bom foi lamentável, eu sei. Muito lamentável. Mas talvez... ele possa ter uma segunda chance? afinal, seu destino ficou em aberto. Podemos imaginar qual foi o destino de Jesse.

    Outras cenas

    Eu não poderia deixar de falar sobre uma das mortes mais horrendas, mais impressionantes de todos os tempos na minha opinião. Estamos falando de uma série sem elementos fantásticos, nem nada que poderia ser "surreal". Muitos acharam a cena forçada. 
    A morte de Gus. Ele saindo do quarto do Sr. Salamanca, arrumando a gravada, com metade do rosto completamente desfigurado, detonado. A cena chocou "meio mundo".
    Eu também quero comentar sobre aquele roubo de Metilamina do trem. Foi tudo muito bem estudado, planejado nos mínimos detalhes. Com todos os riscos, com todas as contas feitas. Aquele episódio mereceu palmas.

    Concluindo

    Breaking Bad é uma história que simplesmente pode transformar a vida do ser humano. É uma história de vida. Cheia de altos e baixos da própria vida. Cheia de realidade. Uma história arrebatadora. Você vive, você sente o que os personagens vêem, se impressiona com eles. Os autores são perfeitos. Todos eles foram ótimos. A esposa de Walter, Skyler, teve uma atuação maravilhosa pela Anna Gunn. Que mulher incrível!
    Eu achei o final bastante aceitável. Eu já tinha ideia de que Sr. White não iria para a cadeia, e que acabaria morto. Acabou sendo morto por sua própria arma. 

    Se pararmos para pensar, tudo o que houve durante a série teve um maior culpado: MONEY (dinheiro). Tudo girou em torno de conseguir o dinheiro e em como esses valiosos pedaços de papel podem controlar, manipular e transformar as pessoas. O dinheiro para muitos vale tanto quanto uma vida. Dinheiro = poder. Sede por dinheiro e mais poder.

    Em nota oficial da emissora, foi anunciado em 11 de dezembro de 2013, que haverá um spin-off focado em Saul Goodman, que tem título provisório de "Better Call Saul", que era tipo o slogan usado pelo advogado "Melhor ligar para o Saul". Eu na verdade, acho que o Saul daria uma história bacana, mas acho que o Jesse era quem merecia uma série.

    Breaking Bad é o tipo de série que merece ser vista. Apesar do tema forte, que é o mundo do tráfico, é algo que mescla muito com a realidade, e pode mexer com a mente das pessoas. Me arrepiei de verdade com o final. Fiquei muito feliz em ter tido a honra, a oportunidade de conhecer e acompanhar essa série. 


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